Arte de número um, de uma série que estou trabalhando mostrando pessoas em diferentes contextos sem compromisso com o realismo,
mas com a busca de uma identidade. Acredito que estamos marcados por isso, geração a geração, dentre injustiças e várias versões de um ciclo que se repete no modus operandi do Brasil.
(Tinta acrílica e lápis de cor sobre
papel canson A4 200g.)